A-C  D-M  P-R  S-Z

     

Márcia Valéria Martinez de Aguiar é tradutora e professora da Universidade Federal de São Paulo (UniFeSP). Suas pesquisas voltam-se para a tradução e a recepção da obra de João Guimarães Rosa na França dos anos 60. Anotou e editou a correspondência deste autor com seu tradutor francês Jean-Jacques Villard. Traduziu vários livros de literatura e ciências humanas, entre outros autores: Voltaire, Roland Barthes, Merleau-Ponty e Paul Ricœur.
Traduction français-portugais

  Simon Berjeaut é professor e tradutor de inglês e de português. Ele trabalha regularmente com textos de ciências humanas, entre outros para a USP, a EHESS ou a BNF e para revistas como Brazil(S), Problèmes d’Amérique Latine ou Sigila. Ele também traduziu roteiros e legendas de muitos filmes, de Manoel de Oliveira, Maria de Medeiros, João Salaviza, Hector Babenco, Carlos Diegues e Kleber Mendonça Filho, entre outros. É autor de uma adaptação em francês de Chico Buarque Ópera de Malandro. Especialista em teatro português, publicou na L'Harmattan Le Théâtre de Revista, un phénomène culturel portugais. O último livro que traduziu trata da história recente do Brasil: 1967, la dictature brésilienne et son legs (Coletívo, Ed. Le Poisson Volant, 2018).
Traduction portugais-français
Tânia Maria Tavares Bessone da Cruz Ferreira é graduada em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1973), possui mestrado em História na Universidade Federal Fluminense (1983) e doutorado em História Social, na Universidade de São Paulo (1994). É membro de diversas associações de pesquisa - ANPUH, CLEPUL, AHILA, BRASA, SHARP e IHGB. É professora Associada e procientista da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Sua produção se concentra no período de Brasil Império, atuando principalmente nos seguintes recortes temáticos: história cultural, história política, relações culturais e história do livro e da leitura, tendo publicado livros, capítulos, artigos sobre o tema.
Garnier, um livreiro francês no Brasil
    

Amilcar Bettega é escritor e tradutor. Autor de O voo da trapezista (Movimento, 1994), Deixe o quarto como está (Companhia das Letras, 2002), Os lados do círculo (Companhia das Letras, 2004)Prêmio Portugal Telecom 2005 e Barreira (Companhia das Letras, 2013). Seus livros e contos estão publicados em países como Portugal, Espanha, Itália, França, EUA, Suécia, Bulgária e Luxemburgo.Como tradutor publicou, entre outros, 125 contos de Guy de Maupassant (Companhia das Letras, 2009). Atualmente ensina Escrita Criativa na Pontifícia Universidade Católica, em Porto Alegre (Brasil).
Traduction portugais-français

  

Vagner Camilo, professor de Literatura Brasileira da Universidade de São Paulo (USP), é autor de Risos entre pares: poesia e humor românticos (EDUSP, 1997); de Drummond da Rosa do povo à rosa das trevas (Ateliê Editorial; prêmio ANPOLL 2000); além de responsável pela organização e prefácio de edições de As primaveras (Ed. Ática, 2004) e de Poesias completas (Ed. Martins Fontes, 2002), de Casemiro de Abreu. Tem um novo livro no prelo, resultante de sua tese de livre-docência, intitulado A modernidade entre tapumes: da poesia social à conversão neoclássica na lírica brasileira pós-45 (Ateliê Editorial/FAPESP).
Publicou, também, estudos sobre diversos poetas românticos brasileiros, além de um longo ensaio sobre a prosa poética de Iracema, de José de Alencar. Suas pesquisas versam sobre as relações entre lírica e sociedade e a recepção de correntes críticas no Brasil (como o new criticism). Atualmente, desenvolve pesquisa, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), sobre a poesia elegíaca nas referidas décadas.
A poesia na época romântica - Realistas e parnasianos no Brasil

    José Murilo de Carvalho Carvalho é um historiador brasileiro, membre da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Brasileira de Letras. Formado em sociologia e política pela Universidade Federal de Minas Gerais, ele obteve seu doutorado em Ciência Política pela Stanford University (USA), onde fez seu primeiro pós-doutorado na área de história. Em 1977, concluiu seu pós-doutorado em História da América Latina pela University of London. José Murilo de Carvalho destacou-se no meio acadêmico nacional e internacional e atuou profissionalmente nas universidades de Stanford , California-Irvine (USA), Leiden (NL), na Maison des Sciences de l’Homme e na École des Hautes Études en Sciences Sociales (FR). Entre os diversos livros e artigos publicados, destacam-se as obras A Formação das Almas (prêmio Jabuti 1991) e A Cidadania no Brasil (prêmio Casa de las Américas, 2001).
Claude Henri Gorceix e a Escola de Minas de Ouro Preto
  Irineu E. Jones Corrêa tem Doutorado em Letras, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ, e Graduação em Psicologia, pela Pontifícia Universidade Católica-RIO. É pesquisador sênior da Fundação Biblioteca Nacional/FBN. Foi beneficiário de estágio Profession Culture, da Bibliothèque nationale de France. Está associado a grupos de pesquisa com temáticas voltadas para Literatura e Cultura. É um dos dirigentes do grupo de pesquisa “Periódicos & Literatura: publicações efêmeras, memória permanente”, coordenando a produção da página digital do projeto. Publica regularmente em revistas e livros especializados.
Letras e Literatura
 

Andrea Daher, doutora em história (EHESS, 1995), foi professora titular de teoria e metodologia da história da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenadora do Laboratório de Pesquisa em História das Práticas Letradas. Foi titular da cátedra de ciências sociais Sergio Buarque de Holanda (Maison des Sciences de l’Homme) e da cátedra Alphonse Dupront (Université de Paris-Sorbonne), entre 2010 e 2014. É atualmente pesquisadora do CNPq e do Programa de Pós-graduação em História Social da UFRJ, onde orienta pesquisas doutorais sobre práticas culturais no mundo moderno e contemporâneo. É autora de livros publicados na França : Les Singularités de la France Equinoxiale (Honoré Champion, 2002 e L’Oralité perdue (Classiques Garnier, 2016) e no Brasil O Brasil francês (Civilização Brasileira, 2007) e  A Oralidade perdida (Civilização Brasileira, 2012).
A França Equinocial

   Claudia Damasceno Fonseca é directrice d’études na EHESS e co-diretora do « Centre de recherche sur le Brésil colonial et Contemporain /Mondes Américains ». Doutora em história pela EHESS, sua tese foi publicada na França em 2003 (C.C.. Calouste Gulbenkian) e no Brasil em 2010 (sob o título Arraiais e vilas d’el Rei. Espaço e poder nas Minas setecentistas, UFMG), sua formação inicial foi em arquitetura / urbanismo e em geografia  (mestrado, UFMG). Suas pesquisas e publicações principais abrangem as áreas da géografia histórica, da história urbana e da história da cartografia, nomeadamente durante o período colonial.
As Viagens de Auguste de Saint-Hilaire
  Iris Kantor é professora do Departamento de História da Universidade de São Paulo (Brasil) desde 2003, onde leciona cursos sobre a formação dos impérios ibéricos. Coordenadora do Laboratório de Estudos de Cartografia Histórica da USP (ligado ao Instituto de Estudos Brasileiros e à Cátedra Jaime Cortesão da FFLCH). Publicou um livro sobre as academias ilustradas na America portuguesa : Esquecidos e Renascidos: Historiografia Acadêmica Lusoamericana (1724-1759)
(São Paulo, 2004). Ela coordenou uma obra coletiva sobre as festas publicas, sobre a historia da cartografia e sobre a circulação da imprensa flamenga nos impérios ibéricos. É pesquisadora do CNPq (desde 2009) e membro do IHGB desde 2014.
Vias Mão Dupla
   Lorelai Kurry é historiadora das ciências, doutora em Histoire et Civilisation (EHESS, Paris, 1995), pesquisadora e professora da Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro. Suas pesquisas focam na história das expedições e viagens científicas desde o século XVIII.
Relatos de viagem
  Jean-Claude Laborie é professor associado de Literatura Geral e Comparada na Universidade Paris Ouest-Nanterre-La Défense. Especialista em transferências culturais entre a Europa e a América do Sul, ele publicou vários estudos sobre a América durante o período colonial, em particular, Mangeurs d'homme et mangeurs d'âme : une correspondance missionnaire au XVIe, La Lettre jésuite du Brésil, 1549-1568 (H. Champion, 2003), e sobre histórias de viagem no século XVI.
Cartas dos missionários - A fortuna das cartas dos missionários jesuítas nos séculos XVI e XVII
  Orna Messer Levin é doutora em teoria literária e professora de literatura da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Ela trabalhou como pesquisadora visitante na State University of New York at Albany, Georgetown University, Catholic University of America e Université de Poitiers. Suas pesquisas estão direcionadas para as relações entre a literatura e o teatro no século XIX. É autora dos livros As figurações do dândi (Unicamp, 1996), Aluísio Azevedo (ABL/Imprensa Oficial, 2014), e organizadora de diversas obras, dentre as quais, Aluísio Azevedo : Ficção Completa (Nova Aguilar, 2005), António de Alcântara Machado : Brás, Bexiga e Barra Funda (Lazuli, 2013) e Melhores crônicas - Artur Azevedo (Global, 2014).
O teatro francês nos trópicos (1810-1910)
   Ismênia Martins é professora Emérita da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde se graduou e se licenciou em História (1967). Doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (1973). Participou do Programa de Pós-Doutorado CAPES-COFECUB. École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris 1988-1990). Especialista em História do Brasil com ênfase no 2º Reinado e na 1ª República, e no campo da história socioeconômica. Atualmente é Professora do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense, presidente da Associação Cultural do Arquivo Nacional e Sócia Honorária do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro - IHGB.
A invasão napoleônica
    Jean-Yves Mérian é Professor emérito de Literatura e Civilização Brasileiras na Universidade de Rennes-II. Foi assessor cultural dos serviços da Embaixada da França em Buenos Aires, Lisboa e São Paulo (1985-1998). Ele é membro dos grupos de trabalho de “Pesquisa e Relações Internacionais” do Institut des Amériques. Seus trabalhos e publicações tratam da literatura afro-brasileira, da sociedade brasileira nos séculos XIX e XX e de suas relações com os países vizinhos.
Auguste Glaziou
   Angela Monteiro Bettencourt é graduada em Biblioteconomia e Documentação pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Especialista em Indexação da Informação pela Universidade Santa Úrsula e Mestre em Ciência da Informação pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT/UFRJ), é membro do Comitê Permanente da International Federation of Library Associations (IFLA), Seção de Bibliotecas Nacionais e membro do Conselho Consultivo da Biblioteca Digital Mundial (WDL). Funcionária da Biblioteca Nacional do Brasil desde 1983, ela coordena a Biblioteca Nacional Digital, desde a sua criação em 2006.
O projeto
        Roger Musnik, graduado em História, foi bibliotecário no Serviço do Livro e da Literatura francesa da Biblioteca nacional da França, encarregado das coleções de literatura francesa, sobretudo as do século XIX. Ele colaborou na elaboração da Viagem francesa na Itália, das origens ao século XIX, bibliografia analítica (Schena, 2006-2007). Especialista em literatura de gênero (romance policial e ficção científica) e em literatura popular do século XIX, ele participou na sua valorização contribuindo para os Essentials de Gallica. Ele é o editor científico da coleção Les Orpailleurs, criada para a Biblioteca nacional da França em 2017.
Victor Hugo e o Brasil
       Mila de Paula é formada em História pela Universidade Federal Fluminense. Onde trabalhou em pesquisas sobre a vida cultural e material de ex-escravos no período colonial do Brasil e com o acervo do Fundo Casa dos Contos, em esforço conjunto entre a Biblioteca Nacional, o Arquivo Nacional e o Arquivo Público Mineiro. Na Biblioteca Nacional Digital, dedicou-se à revisão e desenvolvimento de textos, à seleção e preparo de documentos das diferentes seções da casa para sua publicação digital.
Urbanidade e Urbanismo
     

Régine Piersanti, graduada em letras e história da arte, foi documentalista no Liceu francês em São Paulo (Brasil). Desde 2001, é encarregada das coleções em língua e literaturas de expressão portuguesa da Biblioteca Nacional da França (Serviço de Literaturas do Mundo).  Desde sua criação em 2009, ela é a responsável científica pelo site A França no Brasil, do qual ainda foi a chefe de projeto de 2008 à 2017.
Hercule Florence ou o gênio da invenção - O projeto

   Fernanda Arêas Peixoto é professora titular do Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo, pesquisadora do CNPq (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação), Brasil, e coordenadora do grupo de pesquisa/ USP-CNPq, Coletivo-Asa. Artes, saberes, antropologia. Autora de Diálogos brasileiros: uma análise da obra brasileira de Roger Bastide (2000) e A viagem como vocação: itinerários, parcerias e formas de conhecimento (2015) -  edição francesa, Poisson volant, 2018-9. Organizadora entre outros, de Os estrangeiros e a construção das cidades (2011) e  Las ciudades sudamericanas como arenas culturales (c/ Adrián Gorelik, 2016). Editora responsável pela Enciclopédia de Antropologia, e membro do comitê científico de Bérose - Encyclopédie en ligne sur l'histoire de l'anthropologie et de ses savoirs ethnographiques
A missão francesa na Universidade de São Paulo - Lévi-Strauss e o Brasil - Jean Manzon e Marcel Gautherot - Pierre Verger
  Claudia Poncioni é professora emérita de Estudos Lusófonos na Sorbonne Nouvelle-Paris 3, especializada no estudo de correspondências, diários, autobiografias, memórias e crônicas de autores brasileiros ou estrangeiros ligados ao Brasil. Sobre esses temas, já publicou várias obras, em particular sobre o engenheiro fourierista Louis Léger Vauthier, sempre procurando determinar e analisar o contexto em que esses textos foram escritos e publicados. Os últimos livros nos quais colaborou, especialmente como tradutora : Lettres près du cœur : correspondance de Clarice Lispector et Fernando Sabino (2016) et Nouvelles de Clarice Lispector (2017).
Louis-Léger Vauthier
  Henrique Antonio Ré realizou doutorado em sociologia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), quando estudou as influências da economia política francesa no pensamento de Joaquim Nabuco, um dos principais abolicionistas brasileiros. Atualmente desenvolve pesquisa de pós-doutorado no Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP). Sua investigação aborda as ações da British and Foreign Anti-Slavery Society (BFASS) para combater a escravidão brasileira entre os anos de 1840 a 1888.
Escravidão e antiescravismo no Brasil
 

Michel Riaudel, titular da “agrégation” de Letras na França (1993), fez o doutorado em literatura comparada sobre a poesia de Ana Cristina Cesar (Paris 10, 2007). E hoje professor do departamento de estudos lusófonos de Sorbonne Université (Paris), onde dirige o eixo “Estudos lusófonos” do CRIMIC. Sua pesquisa volta-se para a literatura brasileira, as circulações literárias, questões de intertextualidade, recepção, transferência, regimes de conhecimento e tradução. Organizou o dossiê sobre a Literatura brasileira contemporânea (com P. Rivas, Europe, 2005); o catálogo bibliográfico France-Brésil (Paris, 2005). Autor de Caramuru, un héros brésilien entre mythe et histoire, Petra, 2017 (2a ed.). Tradutor de Ana Cristina Cesar, Modesto Carone, José Almino, Milton Hatoum, João Guimarães Rosa, entre outros autores.
A Missão Artística francesa de 1816 - J.-B. Debret - Caramuru herói transatlântico - A. Rodrigues FerreiraFerdinand Denis - O Brasil na literatura francesa - O Brasil infanto-juvenil - Trocas de modernidadesBlaise Cendrars - Benjamin Péret - Bernanos

  Laurent de Saes é doutor em história social (Universidade de São Paulo – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas), com tese recompensada pelo prêmio Tese Destaque USP 2014, em Ciências Humanas. Tradutor e advogado inscrito na Ordem dos Advogados do Brasil (seccional de São Paulo), ele se dedica às relações entre história e direito. É autor de artigos sobre as questões agrárias e coloniais da Revolução francesa, e particularmente de um livro sobre o antiescravismo do período revolucionário: A Sociedade dos Amigos dos Negros : a Revolução Francesa e a escravidão 1788-1802 (Prismas, 2016).
Os Amigos dos Negros, o Haiti e o Brasil
     

Mariana Osue Ide Sales é historiadora. Foi pesquisadora coligada ao Departamento de Manuscritos Ocidentais da BnF (2008-12), e ainda responsavel pela valorização do legado Ferdinand Denis, conservado na Biblioteca Sainte-Geneviève (2009-2012). Ela é autora da proposta de classificação dessa coleção à UNESCO, no âmbito de um convênio BSG, Centre de Recherches sur les Pays Lusophones da Universidade Sorbonne-Nouvelle e Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. O acervo Ferdinand Denis foi tombado em 2012 no programa Memory of the World Latin America and the Caribbean (MOWLAC-UNESCO). Atualmente professora substituda na Universidade Sorbonne-Nouvelle e na Universidade de Grenoble.
Os Manuscritos de Jules Mazarin - O legado de Ferdinand Denis na Biblioteca Sainte-Geneviève

      Ilda Mendes dos Santos é doutora em estudos lusófonos com uma tese sobre a Literatura de viagens ao Brésil nos séculos XVIe XVIIe (1995, Université Sorbonne Nouvelle). Leciona na Universidade Sorbonne Nouvelle-Paris 3 onde dirige o Instituto de Estudos Lusófonos. é investigadora do CREPAL (Centre de Recherches sur les Pays Lusophones), responsável da coleção « Atelier des Voyages » na casa editora Honoré Champion. A sua área de investigação cruza temas da literatura de viagens (espaços lusófonos em díalogo), da tradução, das circulações humanas, textuais, materiais e intelectuais, das conexões letradas.
A França Antártica - Glossário dos marinheiros - Os Textos Holandeses - Corsários do Rei - La Condamine na Amazônia - Mulheres e Viagens - O papel das revistas literárias
  Iuri Azevedo Lapa e Silva, possui bacharelado em Ciências Sociais pela UFRJ (2001), mestrado em História Social pelo PPGHIS da UFRJ (2010) e está cursando doutorado no CPDOC da FGV-Rio na área de História, Política e Bens Culturais (2016). Cursou mestrado em Ciência Política pelo IUPERJ, tendo obtido o grau de especialização (2004). É Técnico em Pesquisa da Fundação Biblioteca Nacional e Professor Assistente da ESPM Rio
Caiena e Guiana Francesa
    

Laura de Mello e Souza nasceu em São Paulo, Brasil. Realizou toda a sua formação na Universidade de São Paulo, onde se aposentou como professora titular em 2014. Desde então,  é responsável pela cátedra de História do Brasil na Lettres Sorbonne Université. Foi conferencista e professora convidada em várias universidades europeias e americanas. Principais livros : Desclassificados do Ouro – a pobreza mineira no século XVIII (1982) ; O Diabo e a Terra de Santa Cruz (1986 ; tradução espanhola em 1992 : tradução norte-americana em 2003) ; Inferno Atlântico (1992) ; O Sol e a Sombra (2006) ; Cláudio Manuel da Costa – o letrado dividido (2011).
As idéias de revolução - Os Braganças e a França

  

Robert Viale, ex-aluno do Instituto de Estudos Politicos de Aix-en-Provence et professor agrégé de português, ensinou lingua  portuguesa no ensino médio e trabalhou ocasionalmente na universidade Sorbonne-Paris IV.
Traduziu para o francês Peregrinação de Fernão Mendes Pinto (Paris, La Différence, 2002), monumento da literatura portuguesa do século XVI.
Traduction portugais-français

       Carlos Alberto de Moura Ribiero Zeron é Professor titular de história da Universidade de São Paulo, membro da Academia Ambrosiana e Diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. Foi professor visitante da EHESS, da Universidad Internacional de Andalucía e pesquisador convidado do Musée du Quai Branly. Realiza pesquisas sobre a escravidão indígena e africana, sobre a legislação indigenista na América de colonização portuguesa e espanhola e sobre o pensamento jurídico moderno. É autor de Ligne de foi. La Compagnie de Jésus et l’esclavage dans le processus de formation de la société coloniale en Amérique portugaise (XVIe-XVIIe siècles), H. Champion, 2009.
Escravidão e antiescravismo no Brasil - Os Amigos dos Negros, o Haiti e o Brasil

 

 

Legenda : Costumes du Brésil. J.-B. Debret, 1820.