Lógicas coloniais

A terra de Gonneville

A terra de Gonneville ; Uma festa brasileira ; Montaigne: “abarcamos tudo, mas abraçamos apenas vento” ; Mapas, estampas e gabinetes de curiosidades.

Ilda Mendes dos Santos, leciona na Universidade Sorbonne Nouvelle-Paris 3 onde dirige o Instituto de Estudos Lusófonos

Os presentes de Cunhambebe

Artefatos como documentos-testemunho da relação entre Franceses e Tupinambá no século XVI.

Lá onde Villegagnon desembarcou… A França Antártica (1555-1560)

A insólita tentativa de implantação de uma colônia francesa no Rio de Janeiro, em pleno século XVI, é uma das mais densas máquinas de sonhar e pensar da Era dos Descobrimentos. Tão abundante quanto efêmera (1555-1560), ela deu origem a um corpus documental de uma surpreendente diversidade e inspirou obras de grande qualidade literária.

Ilda Mendes dos Santos, leciona na Universidade Sorbonne Nouvelle-Paris 3 onde dirige o Instituto de Estudos Lusófonos

A França Equinocial

Em 1947, o antropólogo francês Pierre Verger testemunhava a presença de São Luís numa Casa dos Nagôs do Maranhão onde se praticava o culto dos orixás nagô-iorubás. A sobrevivência da representação do rei de França ganha sentido se relembrada a história da colônia francesa fundada em 1612, a França Equinocial.

Andrea Daher, doutora em história (EHESS, 1995), foi professora titular de teoria e metodologia da história na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Caiena e Guiana Francesa

Com um enfático "pelo amor de Deus", o presidente Lula tentou incentivar ontem seu colega Nicolas Sarkozy a não deixar apenas no papel a construção de uma ponte sobre o Rio Oiapoque, na divisa do Amapá e a Guiana Francesa. Agência Estado / 24 de Dezembro de 2008.

Iuri Lapa e Silva, técnico em pesquisa da Fundação Biblioteca Nacional e professor assistente da ESPM Rio de Janeiro.

A ponte sobre o rio Oyapock

Entre questões socioeconômicas na Amazônia e materialização da amizade franco-brasileira.

A invenção dos Brasis no século XVII

O século XVII brasileiro é geralmente considerado o século do açúcar, vinculado com o comércio atlântico de escravos que foi seu corolário. De fato, esse período abrangeu transformações múltiplas que afetaram de modo diverso esse espaço, levando a reconhecer um Brasil plural para além da economia de “plantation”.

Guerras e populações locais

Guida Marques, investigadora contratada na Universidade NOVA de Lisboa (CHAM-FCSH).